Escolhidas a dedo para você ouvir!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

PROJETO: A FOCA

Para dar início a um trabalho todo amarradinho, escolhi a canção A FOCA, de Vinícius e Toquinho. Sendo canção de fácil assimilação, que provoca prazer em função de suas rimas, as crianças se empolgam rapidamente, demonstrando deleite ao apontar as palavras que já sabem de cor. É a grande mágica de perceber: "Eu estou lendo!!!".
Bom, vamos aos passos à medida em que as fotos forem sendo apresentadas.
Quero, antes de tudo, fazer alguns agradecimentos a pessoas essenciais para que essa atividade acontecesse de forma tão encantadora:
Valéria Poubell, amiga de longos anos, que sempre dá toques para o aprimoramento desse prazer que se tornou a alfabetização para mim. Foi ela quem me ensinou a trabalhar gostoso assim com um texto. Grataaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, por toda a minha vida!
Fabrícia Helena Biaso , amiga que conheci pela internet e que ainda não tive o prazer de conhecer pessoalmente; pessoa com quem troco longos papos pedagógicos, que sempre está disposta a ajudar-me prontamente em tudo que preciso e com quem muito aprendo. Obrigadaaaaaa, Fa!
Thaís , colega de trabalho que apostou na proposta e topou-a prontamente; pessoa com quem tenho feito muitas trocas significativas. Obrigada, Thaís!
Bom, então apresentemos esse deleite passo a passo:
PRIMEIRO DIA DO PROJETO:

1- Assistiram um vídeo sobre AS FOCAS - o vídeo é curto e com texto informativo. Antes de apresentá-lo, perguntamos o que eles sabiam sobre AS FOCAS, ouvimos a tudo atentamente e propomos novas descobertas.

2- Registramos a música em folha de 40 kg, usando letra bastão, em seguida fazendo leitura com apontamento da letra da música. Trabalhamos as palavras que eram desconhecidas para eles, dando-lhes pistas para que pudessem chegar à conclusão do significado; qual a maior palavra do texto; quais palavras que se repetem e quantas vezes; quais os pontos que aparecem. Tudo é marcado, de acordo com o que o professor pretende trabalhar.
* Na música A FOCA, trabalhar os pontos de interrogação e final, solicitando que façam frases orais, onde possamos usar também aquela entonação.





3- Ouvimos a música. À medida que a música foi tocando, fomos fazendo leitura com apontamento.

4- Oficina de modelagem- solicitamos que cada um fizesse a sua foca de massinha. E assim, surgiram várias esculturas lindas...



* A letra da música deverá estar exposta na sala durante o tempo que durar o projeto.


SEGUNDO DIA DO PROJETO:

5- Em forma de DESAFIO, fomos propondo que eles nos dissessem quantas e quais eram as letras necessárias para escrevermos a palavra FOCA. A seguir, dividimos a turma em quatro grupos e sorteamos as letras F, O, C, A para cada um deles. Dado um tempo, os integrantes do grupo deveriam encontrar, em jornais ou revistas, palavras iniciadas com a letra determinada e colá-las na folha dada.



6- Terminada essa parte, fomos ao quadro para contar as palavras que foram validadas. ( Aqui estamos inserindo a Matemática); exploramos questões como: quem encontrou mais palavras?; quem encontrou menos palavras?; quantas faltaram para empatar?...

TERCEIRO DIA DO PROJETO:

7- Lançamos como proposta a escrita das novas descobertas. Todas as frases foram levadas em consideração, trabalhadas oralmente e, a partir daí, fizemos a seleção do que entraria no cartaz. Como essa fase ainda é muito inicial, o escriba é o professor-mediador do processo.

8- Trabalhando com a inteligência espacial, propomos a um dos alunos que tem muita habilidade para desenho, que ilustrasse o cartaz.


9- Todos os versos da canção foram dispostos desarrumadamente para eles. A proposta era a de que eles reorganizassem na ordem em que aparecem na melodia.
*Nesse momento, a letra poderá estar vísivel, para consulta.
*Convém deixar a criança experimentar a leitura, as tentativas. Sempre perguntar o que a fez pensar que é aquele o verso. Ouvir a lógica pode ajudar um colega que ainda não sabe como fazer, a ter uma possibilidade. Em caso de acerto, cola-se o verso; em caso de erro, realizar a mesma pergunta do que a faz acreditar que é aquele o verso, e ir trabalhando com cada palavra, até que ela se dê conta do verso que precisa pegar.






QUARTO DIA DO PROJETO:

10- Fizemos um cartaz com lacunas; deixamos as palavras que se encaixariam nessas lacunas dispostas ao chão ( BANCO DE PALAVRAS)
* Seguir as orientações do passo anterior.







QUINTO DIA DO PROJETO:

11- Pesquisar palavras com F e confeccionar cartaz.

SEXTO DIA DO PROJETO:

12- Em forma de desafio (para essa atividade brincamos com dois grupos) trabalhar consciência fonológica e propor que digam novas palavras que tenham a sílaba FO. * Convém lembrar que é importante apresentar às crianças que a vogal O ora é aberta, ora é fechada. À medida que uma palavra for falada, em caso de acerto, perguntar à criança que frase ela poderá formar com aquela palavra. Anotar em cartaz e marcar o ponto do grupo; em caso da palavra ser dita erradamente,repetí-la pausadamente para que a criança perceba se há mesmo a sílava FO na palavra que disse.
Convém instigar as crianças no sentido de AMPLIAR AS FRASES.
*Esse desafio cresce, pois para a formação de palavras não trabalhamos somente com a sílaba inicial. Solicitar palavras com FO também em sílaba medial e final.
* Expor o cartaz com as frases realizadas pelas crianças.


13- O próximo passo é fazer o que a Heloísa Vilas Boas chama de PARADIGMA: as crianças brincam de pensar o maior número de palavras que tenham a sílaba pedida. As palavras ditas são escritas em coluna, arrumadas de uma forma que permite colocar em evidência a sílaba comum a ser destacada pela criança.


14- Trabalhar com produção pictórica, solicitando também a produção textual.
* Aqui, cumpre salientar que devemos respeitar a fase em que cada criança se encontra: algumas escreverão letras, outras produzirão frases e, quem estiver mais avançado, produzirá texto.


Essas atividades são realizadas concomitantemente a outras propostas, que devem ser sistematizadas e retomadas sempre que possível.


E por fim, digo que esse trabalho foi de um prazer gigantesco para mim, pois trazer à memória minha própria época de alfabetização, com os maravilhosos Vinícius/Toquinho, que se mantiveram tão vivos em mim, é mesmo de provocar muita emoção, enchendo os olhos de mar.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Teatro Mágico - textos inteligentes, excelentes reflexões.



Esse vídeo para a música Cidadão de Papelão, de Fernando Anitelli e Maíra Viana dá margem de realização de um trabalho de excelência.

BORBOLETA AZUL


A lenda conta que uma menina curiosa, decide colocar à prova o velho sábio, por duvidar de que fosse realmente um sábio. Tomou nas mãos uma borboleta azul, escondeu-as mãos com a borboleta para trás, foi até o sábio e disse: tenho nas mãos uma borboleta azul, ela está viva ou morta. Antes que o sábio respondesse tinha preparado o seguinte ardil: se ele disser que está viva, eu a esmago e ela estará morta; ele não é um sábio. Se ele disser que ela está morta , eu a deixo voar; ele não é um sábio. Mas o sábio, como podíamos esperar de um sábio, foi muito sábio em sua resposta, ele disse: Ela está em suas mãos, depende de você.

E aí, quem é seu candidato???

Em apenas 73 segundos, desfilam na telinha a prepotência, a vulgaridade, a demagogia, a intolerância, o oportunismo político e o vale-tudo eleitoreiro. ( Coluna de Augusto Nunes)
Aff!

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

ATENÇÃO PROFESSORES DO RIO!!!


Vamos dar oportunidade a novos talentos!!!
Olá pessoal.O projeto Biblioteca do Professor faz parte do programa Rio, uma cidade de leitores e visa o incentivo à leitura entre os professores da rede municipal. Dentre uma lista de indicações, o professor deve votar no livro que deseja.
Sou amiga do escritor HENRIQUE RODRIGUES (organizador do livro COMO SE NÃO HOUVESSE AMANHÃ), livro de contos que traz vinte histórias inspiradas em músicas da Legião Urbana, cada uma escrita por um autor diferente. Além de ser uma homenagem à banda que se tornou um mito, “Como se não houvesse amanhã” é também uma amostra do que há de melhor na literatura brasileira contemporânea.
Este livro está na listagem da Biblioteca do Professor para votação.
Quem puder, por favor vote!!! Henrique é um escritor que costuma estar muito presente nas escolas municipais. É interessante darmos oportunidade de termos jovens talentosos mostrando seu trabalho.
Obrigada pela atenção!
http://webapp.sme.rio.rj.gov/incricao/


A VOTAÇÃO IRÁ ATÉ O DIA 13 DE AGOSTO!!!

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Se me restasse só mais uma aula

SE ME RESTASSE SÓ MAIS UMA AULA


Texto de Aluísio Cavalcante Jr.

Como seria esta aula?
Eu aprenderia antes de iniciá-la,
O nome de cada aluno.
Observaria o brilho de cada olhar
E o encanto de cada sorriso.
Então a última lição ensinada
Seria cuidadosamente planejada,
Para não apagar de cada aluno
Seu brilho e encanto.

Esta aula falaria de solidariedade, de amizade e respeito.
Falaria de coisas simples e úteis para a vida.
Falaria da responsabilidade de dedicar a lição aprendida,
Para a construção de um mundo de amor, de paz e esperança.

Não se perderia tempo com ensinamentos inúteis.
Com competição e egoísmo.
E ao final dela nos abraçaríamos e sorriríamos.
E escreveríamos poemas sobre o presente.
E iríamos para as ruas
Falar de solidariedade.
E correríamos para as nossas casas
Para abraçar nossas famílias e amigos.

Mas não é preciso esperar a última aula.
Nem tão pouco buscar a justificativa do impossível.
Pois das dificuldades do presente,
Nasce o professor que transforma o mundo.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Texto para reunião de pais



Girassóis e Miosótis

O girassol é flor raçuda,que enfrenta até a mais violenta intempérie acaba sobrevivendo. Ela quer luz e espaço e em busca desses objetivos, seu corpo se contorce o dia inteiro. O girassol aprendeu a viver com o sol e por isso é forte.


Já o miosótis é plantinha linda, mas que exige muito mais cuidado. Gosta mais de estufa. O girassol se vira... e como se vira! O miosótis quando se vira, vira errado. Precisa de atenção redobrada.


Há filhos girassóis e filhos miosótis. Os primeiros resistem a qualquer crise: descobrem um jeito de viver bem, sem ajuda. As mães chegam a reclamar da independência desses meninos e meninas, tal a sua capacidade de enfrentar problemas e sair-se bem.Por outro lado, há filhos e filhas miosótis, que sempre precisam de atenção. Todo cuidado é pouco diante deles. Reagem desmesuradamente, melindram-se, são mais egoístas que os demais, ou às vezes, mais generosos e ao mesmo tempo tímidos, calados, encurralados. Eles estão sempre precisando de cuidados.

O papel dos Pais é o mesmo do jardineiro que sabe das necessidades de cada flor, incentiva ou poda na hora certa. De qualquer modo fique atento. Não abandone demais os seus girassóis porque eles também precisam de carinho... E não proteja demais os seus miosótis. As rédeas permanecem com vocês... Mas também a tesoura e o regador. Não negue, mas não dêem tudo que querem: a falta e o excesso de cuidados matam a planta...
Autoria: José Fernandes de Oliveira - Padre Zezinho

quarta-feira, 28 de julho de 2010

A melhor coisa que eu li hoje...kkkkkkkkkkkkk

Essa eu adorei!!! É pérola das mais raras, que precisa ser passada à frente.

Só rindo mesmo!



Havia certa vez um homem navegando com seu
balão, por um lugar desconhecido. Ele estava
completamente perdido, e qual grande foi sua
surpresa quando encontrou uma pessoa...
Ao reduzir um pouco a altitude do balão, em uma
distância de 10m aproximadamente, ele gritou
para a pessoa:
- Ei, você aí , aonde eu estou?
E então a jovem respondeu:
- Você está num balão a
10 m de altura!
Então o homem fez outra pergunta:
- Você é professora, não é?
A moça respondeu:
- Sim...puxa! Como o senhor adivinhou?
E o homem:
- É simples, Você me deu uma resposta
tecnicamente correta, mas que não me serve
para nada...
Então a professora pergunta:
- O senhor é o secretário da educação, não é?
E o homem:
- Sou...Como você adivinhou???
E a Professora:
- Simples: o senhor está completamente perdido,
não sabe fazer nada e ainda quer colocar a culpa
no professor.

Crônica de Elisa Lucinda

Repasso pelos mesmos motivos expostos por Elisa, assuntos que venho tratando há tempos em todos os artigos que escrevo.


O que matou Rafael?

Estou em Paulínia e fico sabendo da notícia da morte de Rafael, filho da minha querida Cissa Guimarães. Meu coração começa a sangrar e a doer como se fosse o dela, como se a gente fosse parente e, quase como se fosse menino meu, embora nada chegue aos pés da dor dela. Claro que morrem milhares de jovens nesse país a toda hora e nem ficamos sabendo da prematura e anônima notícia, e por isso que dirão que só nos comovemos com essa perda porque é filho de artista conhecida. Ora, é e não é. Essa atenção se dá não só porque temos acesso ao fato, porque ele sai no jornal, mas principalmente porque o artista nos representa. Cissa simboliza alguns signos: força feminina, independência, modernidade, informalidade, honestidade, uma vez que seu nome nunca esta envolvido em falcatruas, responsabilidade materna, porque todos sabem que ela criou os três filhos, sem contar seu carisma e sorriso, que desde a primeira versão do Vídeo Show, fazem dela uma espécie de gente da nossa família. Por isso nos importamos tanto, por isso dói na gente porque fica representando nossos filhos e os filhos de quem não sai no jornal. O menino dela é menino nosso.Tenho em minha mente a imagem dela lendo meu poema Chupetas, punhetas,, guitarras” no espetáculo O Semelhante. Ela adora esse poema e, como minha convidada, chorava lágrimas sinceras ao dizer os versos: ‘...faço compressas pra febre, afirmo que quero morrer antes deles....” Por causa dessa imagem nem tive coragem de ligar para ela e, impossibilitada de dar-lhe meu abraço por estar em viagem, busquei nas palavras algum remédio que buscasse o entendimento desta tragédia. Por isso pergunto: “O que matou esse jovem de menos de vinte anos? O que lhe roubou o futuro?”. Pelo o que li e vi na TV, a impunidade integra ,de novo, o elenco da barbárie. Policiais que estavam no local, ao que parece, foram outra vez coniventes com quem desrespeita a lei que representam. Não conheço os assassinos de Rafael e nem quero aqui ser leviana, mas toda hora vejo uma legião de famílias que não prioriza o amor pelo seu semelhante no conteúdo educacional dos seus filhos. Não é só para bandido que a vida não vale nada. Não. Ela também não vale para o menino que, com o carro que talvez nem possa manter, dá cavalo de pau em um túnel fechado cuja placa de interdição ele não aceita. Há jovens criados com a perversa ilusão de que tudo podem e que diante de seu poder e dinheiro não existem porta fechada, respeito, lei. Desde quando mataram o índio em Brasília que me caiu essa ficha:Alguém dentro de casa ensinou, através de palavras ou ações, a esses meninos infratores da classe média e da alta, que a vida não vale nada. Esse assunto tem raízes mais profundas e nos leva a questionar como estamos educando nossos filhos. Gente ou monstro? Precisamos saber se estamos educando nossos filhos dentro da cultura da paz e afinados com os Direitos Humanos. Nesse sentido entendo que violência no futebol, na escola, pegas de carros, e outras agressões no trânsito, o recorde de vendas de armas de fogo que o Brasil atingiu nos últimos anos, excesso de vaidades anabolizantes, a corrida louca pelo dinheiro e outros sórdidos sensos comuns integram para mim a cultura da guerra. Hoje, mesmo com casamento gay, preconceitos ainda destilam suas variadas conseqüências em nosso mundo contemporâneo que ainda mata mulher por “amor”. Então que evolução é essa? A que nos convoca esse novo tempo? Por isto e para isso escrevo, meus senhores, para que não fiquem impunes os cúmplices desse crime por atropelamento, para que os pais parem de uma vez por todas de armar seus filhos por fora oferecendo-lhes carrões, cartões de crédito sem limite, nenhum juízo, e passem a amá-los por dentro mostrando todos os valores que o dinheiro e o poder não compram, mas que podem salvar uma vida. Cissa, meu amor, quem me dera essas palavras pudessem restituir o tecido rasgado do seu peito nessa hora. Quisera poder adormecer seu coração, anestesiar o seu olhar sobretudo o que recordará a partida do seu fruto. Não posso. Só sei que o tempo fará com que, o que hoje é ausência, vire presença luminosa e eterna na sua memória e que você, o Raul e seus outros filhos construam com valentia e calma essa sublimação. Nem a morte apaga o que o amor construiu, isso eu sei. Termino essa crônica com o verso do tal poema que aqui está a serviço de seu coração generoso : “choram Meus filhos pela casa, eu sou a recessiva bússola, a cegonha, a garça, com o único presente na mão: saber que o amor só é amor quando é troca e a troca só tem graça quando é de graça.”

Beijos, sua Elisa Lucinda.

sábado, 3 de julho de 2010

Nossa mente é poderosa. Vejam só!

Não deixe de ler. Esses testes são o maior barato. Vejam só como nossa mente é poderosa...


De aorcdo com uma peqsiusa
de uma uinrvesriddae ignlsea,
não ipomtra em qaul odrem as
Lteras de uma plravaa etãso,
a úncia csioa iprotmatne é que
a piremria e útmlia Lteras etejasm
no lgaur crteo. O rseto pdoe ser
uma bçguana ttaol, que vcoê
anida pdoe ler sem pobrlmea.
Itso é poqrue nós não lmeos
cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa
cmoo um tdoo.

Sohw de bloa.

Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!




Consegues encontrar 2 letras B abaixo? Não desistas senão o teu desejo não se realizará...

RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
RRRRRRRRRRRBRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
RRRRRRRRRRBRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR

Uma vez que encontrares os B

Encontra o 1

IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIII1IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

Uma vez o 1 encontrado.

Encontra o 6

9999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999
9999699999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999
9999999999999999999999999999999999


Uma vez o 6 encontrado ......

Encontra o N (É díficil!)

MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMNMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM

Uma vez o N encontrado...

Encontra o Q..

OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOQOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO