Escolhidas a dedo para você ouvir!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

UNIÃO.




Seremos muito mais se nos permanecermos JUNTOS!

EU NÃO SOU VOCÊ, VOCÊ NÃO É EU - MADALENA FREIRE




Agradecendo a minha orientadora Hilda Santos pela partilha do maravilhoso texto EU NÃO SOU VOCÊ, VOCÊ NÃO É EU, de Madalena Freire, deixo para vocês as muitas reflexões que essa leitura proporciona.


EU NÃO SOU VOCÊ, VOCÊ NÃO É EU

Eu não sou você
Você não é eu
Mas sei muito bem de mim
Vivendo com você.
E você, sabe muito de você vivendo comigo?
Eu não sou você
Você não é eu.
Mas encontrei comigo e me vi
Enquanto olhava pra você
Na sua, minha insegurança
Na sua, minha desconfiança
Na sua, minha competição
Na sua, minha birra infantil
Na sua, minha omissão
Na sua, minha firmeza
Na sua, minha impaciência
Na sua, minha prepotência
Na sua, minha fragilidade doce
Na sua, minha mudez aterrorizada
E você se encontrou e se viu, enquanto olhava pra mim?
Eu não sou você
Você não é eu.
Mas foi vivendo minha solidão
Que conversei com você
E você, conversou comigo na sua solidão?
Ou fugiu dela, de mim e de você?
Eu não sou você
Você não é eu
Mas sou mais eu, quando consigo lhe ver.
Porque você me reflete
No que eu ainda sou
No que já sou e
No que quero vir a ser…
Eu não sou você
Você não é eu
Mas somos um grupo, enquanto somos capazes
de, diferenciadamente,
eu ser eu, vivendo com você e
você ser você, vivendo comigo.
( Madalena Freire)

A PAIXÃO DE CONHECER O MUNDO

Há meses tinha separado alguns materiais que considerava essenciais para a nossa partilha, mas estava sempre naquela sórdida desculpinha da “falta de tempo”... Num final de semana em que fui forçada a aquietar o corpo em casa por estar com uma infecção na garganta, quis tornar meu tempo útil e fui mexer nos meus papéis. Eis que dei de cara com muitas anotações do maravilhoso livro A PAIXÃO DE CONHECER O MUNDO, da Madalena Freire, filha do renomado educador Paulo Freire.
Fica aqui a indicação dessa leitura, que é mesmo algo apaixonante.



A paixão de conhecer o mundo: relatos de uma professora

Madalena Freire
São Paulo: Editora Paz e Terra, 2003.
Publicado em 1983, este livro está em sua 16ª edição. Este é um testemunho de quanto o seu conteúdo se mantêm conectado ao pensamento contemporâneo. De forma viva e amorosa Madalena relata sua prática na Educação Infantil, trazendo suas reflexões e as das crianças. Desenhos, textos coletivos, histórias, "lições", contam a processualidade movente de ser educadora. Segundo a autora, os dois primeiros relatórios "retratam uma prática ainda presa a uma visão menos dinâmica, talvez mais fria, em que a preocupação maior estava em mencionar o eixo do trabalho, seus objetivos, etc." A vida "pouco tropeça neles". Mas o fluxo da inquietude, da curiosidade, do desejo de compreender o próprio processo de ensinar e aprender impulsionou Madalena para ações que ressoam em seus relatórios.
Considerando o ato de conhecer tão vital como comer ou dormir, Madalena revela em ações a sua indignação com aquela escola que acredita que o conhecimento pode ser doado. Suas ações, relevadas também pelas produções e vozes das crianças, descancaram que "a busca de conhecimento não é a preparação nada, e sim VIDA, aqui e agora. E é esta a vida que precisa ser resgatada pela escola."
A paixão de conhecer o mundo levou Madalena para lidar com crianças de classes populares em Vila Helena e para a criação dos grupos de reflexão, do qual se origina o Espaço Pedagógico. Este livro deixa entrever a educadora em princípio de carreira, lidando com o coração da educação que a mantêm hoje com a mesma paixão de ensinar e aprender, e com a mesma amorosidade ofertada aos que com ela convivem neste processo.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Entrevista cedida pela revista Pátio - Ed. Artes Médicas - Howard Gardner

“Não deveria valer apenas a nota tirada na prova de matemática, mas o respeito pelo outro e o tipo de ser humano que nos revelamos”
Howard Gardner





Howard Gardner é professor de Educação e co-diretor do Projeto Zero, no Harvard Graduate School of Education, e professor adjunto de Neurologia na Boston University School of Medicine. É autor de inúmeros livros, incluindo "Estruturas da Mente", "A Criança Pré-Escolar: como pensa e como a escola pode ensiná-la" e, mais recentemente, "Mentes que Criam". Em 1981, Gardner recebeu o Mac Arthur Prize Fellowship e, em 1990, tornou-se o primeiro americano a receber o Louisville Grawemeyer Award in Education.

Pátio – Seu livro Inteligências Múltiplas: A teoria na prática, publicado pela Artes Médicas em português, atraiu o interesse de muitos educadores brasileiros. Na sua opinião, qual seria a razão para este sucesso?

Howard Gardner – Não posso falar especificamente sobre o Brasil. A teoria das IM (Inteligências Múltiplas) tornou-se popular em muitos países porque proporciona apoio para um fato que a maioria dos professores (e a maioria dos pais) sabe: as crianças têm mentes muito diferentes umas das outras, elas possuem forças e fraquezas diferentes, e é um erro pensar que existe uma única inteligência, em termos da qual todas as crianças podem ser comparadas. Muitos programas educacionais têm sido baseados na teoria, e esses programas contém inovações promissoras no currículo, na pedagogia, na avaliação e no uso de recursos fora do prédio da escola.
Pátio – O senhor não tem medo de que seu trabalho de pesquisa possa ser visto como uma nova panacéia, já que o público está sempre ávido por novidades?

Gardner – Evidentemente, não posso ser responsável pelo uso que as pessoas dão às minhas idéias. Espero que esses usos sejam responsáveis. Recentemente, comecei a escrever artigos que salientam algumas concepções errôneas. Por exemplo, criar sete ou oito testes, um para cada inteligência, é muito arriscado – pode repetir o mesmo tipo de rotulação que ocorreu nos testes únicos de inteligência.

Pátio – Que nova visão da educação a teoria das Inteligências Múltiplas nos daria?

Gardner – A implicação educacional mais importante das teorias das IM é esta: todos nós temos tipos diferentes de mente, e o bom professor tenta se dirigir à mente de cada criança da forma mais direta e pessoal possível. Se os professores têm uma turma de alunos muito grande, é difícil fazer isso. Mas se o foco começa no jardim de infância, e se os pais (e mais tarde as crianças) entram no esquema, torna-se possível um tipo de educação mais personalizado. Atualmente estou escrevendo um livro em que demonstrarei como tópicos importantes – como a teoria da evolução e o Holocausto – podem ser ensinados, de modo que as crianças com diferentes perfis intelectuais compreendam as idéias básicas.
Pátio – Fale-nos um pouco sobre o Projeto Zero da Harvard e sobre o trabalho de pesquisa que começou a ser desenvolvido lá.

Gardner – O Projeto Zero da Harvard, iniciado por Nelson Goodman e co-dirigido por David Perkins, realiza pesquisas básicas sobre cognição, aprendizagem e artes há 30 anos. Atualmente, estamos envolvidos numa variedade de projetos – incluindo um estudo sobre se as pessoas podem ser criativas e também responsáveis; o treinamento do automonitoramento na aprendizagem; se a aprendizagem artística "se transfere" para outras disciplinas nas escolas; uma revisão das escolas que ensinam para as inteligências múltiplas. Estamos no negócio de criar novas idéias e ver se elas podem ser colocadas em prática – nas escolas, nos museus e em outros ambientes educacionais.

Pátio – Que resultados sua pesquisa colheu após as mudanças ocorridas na prática pedagógica decorrentes da utilização de sua teoria nas escolas?

Gardner – A pesquisa sobre as inteligências múltiplas ainda está em seu período de bebê. Mas posso dizer, com certa confiança, que tanto os alunos quanto os professores passam a refletir mais sobre sua aprendizagem; mais crianças sentem que suas forças pessoais estão sendo reconhecidas; pais e alunos têm mais enfoques e questões a discutir; os alunos fazem projetos que são efetivos e aprendem a se apresentar convincentemente em público. Entretanto, estes resultados felizes e positivos não acontecem automaticamente: os professores precisam trabalhar de modo perseverante por alguns anos para dominar as idéias e coloca-las em prática, sempre refletindo sobre aquilo que está funcionando bem e aquilo que não está.

Pátio – Na teoria das Inteligências Múltiplas, como é feita a avaliação pedagógica?

Gardner – Conforme mencionado anteriormente, não estou muito interessado em determinar quais são os objetivos da aprendizagem – os papéis a serem atingidos, as habilidades a serem dominadas, os desempenhos a serem buscados. Isso seria avaliado, então, da maneira mais direta possível, e não através de testes de respostas curtas, avaliados por uma máquina. Se você quer saber se alguém é capaz de escrever um editorial efetivo, ou executar um experimento, deve fazer com que as pessoas realizem essas tarefas. E se você quer saber se os professores são capazes de ajudar os alunos nessas atividades, observe os alunos trabalhando sob a supervisão dos professores e examine o trabalho dos alunos e o feedback que recebem.
Pátio – Considerando a teoria das Inteligências Múltiplas, qual seria o maior desafio para a educação? E qual seria o papel do professor?

Gardner – O maior desafio é conhecer cada criança como ela realmente é, saber o que ela é capaz de fazer e centrar a educação nas capacidades, forças e interesses dessa criança. O professor é um antropólogo, que observa a criança cuidadosamente, e um orientador, que ajuda a criança a atingir os objetivos que a escola – ou o distrito, ou a nação – estabeleceu.

Pátio – Como os sistemas de comunicação, que são cada vez mais rápidos, interferem na educação e na inteligência?

Gardner – Os sistemas de comunicação cada vez mais rápidos não são bons nem maus em si mesmos – não mais do que o rádio ou o telefone são inerentemente bons ou maus. O risco é que receberemos tantas mensagens, tão rapidamente, com tão pouco controle de qualidade, que não poderemos nos sentar calmamente e avaliar o que é importante, a que devemos prestar atenção e o que devemos ignorar. Mas sempre nos resta o poder de desligar a máquina.

Pátio – Na sua opinião, quais são as perspectivas para a educação no próxima século?

Gardner – As constantes em educação são ajudar o indivíduo a compreender seu mundo, a ser capaz de lidar com a mudança e a ser humano cívico. Como fazer essas mudanças é algo que muda em certos aspectos, mas continua constante em outros. Uma vez que existe tanto a aprender, precisamos ser mais seletivos e estratégicos, e precisamos ajudar os indivíduos a continuar aprendendo depois que saem da escola.
Pátio – Como a criatividade emerge durante o desenvolvimento do ser humano?

Gardner – Todo indivíduo tem o potencial para ser criativo. Mas as pessoas só serão criativas se quiserem ser – se estiverem dispostas a contestar a ortodoxia, a aceitar as críticas, a não se pertubar com ataques ou insultos.

Minha contribuição a respeito deste assunto é dupla: 1) ao invés de ver a criatividade como uma propriedade geral, vejo os indivíduos como criativos ou não-criativos em domínios específicos, que geralmente mapeiam a inteligência; 2) como Csikszentmihalyi, vejo a criatividade como envolvendo não apenas mentes humanas, mas também domínios em que os indivíduos trabalham, e campos que realizam julgamentos sobre a qualidade e a novidade do trabalho.

Pátio – Como as inteligências se desenvolvem na velhice?

Gardner – Enquanto o indivíduo não ficar senil, ele pode continuar a desenvolver inteligência. Precisamos praticar, enfrentar novos desafios, refletir sobre aquilo que aprendemos. Provavelmente, algumas inteligências (como as pessoais) continuam a se desenvolver muito naturalmente durante toda a vida; outras, como a lógico-matemática, habitualmente se atrofiam, a menos que a pessoa tenha um foco específico.

Pátio – O livro de Daniel Goleman (Inteligência Emocional) também fez muito sucesso entre os educadores brasileiros. Nesse livro, ele enfatiza que os sentimentos não eram considerados nos antigos testes de QI e aponta uma nova maneira de se pesquisar nessa área. Entretanto, as proposições de Goleman se aproximam dos manuais de auto-ajuda. Qual é a relação da sua proposta com a de Goleman?

Gardner – Gosto do livro de Daniel Goleman. Sua discussão da inteligência emocional é similar à minha discussão das inteligências interpessoal e intrapessoal. Minha única crítica – à qual você alude – é que Daniel tende a fundir o descritivo (o que as inteligências são) com o prescritivo (como são os seres humanos). Da minha perspectiva, as inteligências são amorais – tanto Goethe quanto Goebbels eram mestres da língua alemã, mas Goebbels usou isso para fomentar o ódio.

Pátio – A década de 90 está sendo caracterizada como a "década do cérebro". Nunca foi feita tanta pesquisa sobre a inteligência artificial. Seria possível construir um computador que fosse um réplica mecânica das sete inteligências humanas?

Gardner – Algumas inteligências são bem mais fáceis de simular no computador do que outras. Aspectos das inteligências musical e lingüística são facilmente simulados. As inteligências pessoal e corporal seriam mais difíceis. Recentemente acrescentei duas novas inteligências – a naturalista (entender o mundo da natureza) e a existencial (fazer perguntas básicas sobre a vida, a morte, o universo). Seria difícil para um computador simular a inteligência existencial.

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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Atenção!!!

Para quem fez o concurso mais recente para magistério da prefeitura do Rio de Janeiro, é bom dar uma conferida no D.O. do dia 08/02, pois houve convocação. Lembrem-se: quem faz o concurso deve ser o maior interessado. Acompanhem!!!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Volta às aulas, o que fazer no primeiro dia?

Oi gente. Estava por aí visitando uma comunidade sobre educação e dei de cara com essa pergunta,feita por professores do Fundamental II. Comecei a ler as sugestões. Umas, bem bacanas; outras, respondidas de um jeito que me fez questionar aquela velha história da falácia: muito se fala, pouco se faz. O discurso de professor como detentor do saber sempre me incomodou muito, além daquelas histórias das "ameaças" dos pontos que serão tirados e mais,mais,mais. Coloquei uma resposta respondendo ao tópico e estou partilhando com vocês.

Gostaria de sugerir
Olá pessoal. Bem, não sou do mesmo segmento de vocês, mas ainda assim quero deixar minhas contribuições de partilha.

Antes de sermos professores, temos que lembrar que fomos ( e ainda somos) alunos, não é mesmo? Vamos nos remeter ao tempo em que alguns dos nossos professores chegavam à sala e falavam, falavam e na verdade não nos diziam NADA. Será que queremos repetir isso: a ideia de chegar numa sala de aula ditanto regras, dizendo datas de avaliação e se colocando como detentor do saber? Acredito que não. Então, penso que o mais viável é sim uma boa conversa. Não com o alunos somente como ouvintes. Eles têm muito a nos dizer.
A ideia de dinâmicas e construção de regras onde eles mesmos as estabeleçam, é fundamental. Não dá para falar de democracia quando já se chega com regras estabelecidas. O que for feito por eles, deverá estar exposto na sala como um contrato que foi fundamentado entre vocês, que outros professores poderão usar também. Proponham que eles mesmos estabeleçam os direitos que serão perdidos em caso do não cumprimento das regras. E façam valer o que ficou estabelecido sempre.
Quanto as dinâmicas , como vocês são muitos numa mesma semana, seria necessário organizar isso aí, para as coisas não ficarem repetidas. Imagina só se na mesma semana todos os professores resolverem fazer só dinâmicas?! Eles vão se desinteressar.
Já postaram várias coisas bacanas aqui: a música, um texto interessante, as dinâmicas, poesias. Outra ideia boa seria a de trabalhar com o teatro. Gente, essas crianças adoram (ainda que muitas tentem fazer parecer o contrário) trabalhar com expressões corporais. Pode-se pedir que as crianças se apresentem com expressões corporais, deixando que as outras tentem adivinhar o nome; que cantem o seu nome num ritmo que goste, pode-se levar uma matéria de jornal interessante para promover um debate e a interação entre todos...
Desejo um ótimo retorno a todos!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Grade de horários - planejamento

Vamos lá, pessoal! Para quem ainda está naquele ritmo do "não sei como fazer", segue aí uma sugestão para montar o planejamento, claro que adequando à sua realidade.

Para o primeiro dia de aula.

Encontro inicial, reconhecimento do espaço escolar, dinâmica de apresentação de amigos, professores e outros funcionários da escola.
Escrita do nome de maneira divertida.

Linguagem

Produção das regras que nortearão a convivência do grupo. O que é bacana, o que não é bacana. ( REGRAS DE BOA CONVIVÊNCIA).
Criar um código para situações positivas e situações negativas.
Escrever as regras em cartaz para expor no mural. Cada aluno assina a folha do “ Eu estou sabendo”.

O que é bacana:
* Cumprimentar colegas, professores e demais funcionários;
*chegar às aulas na hora certa;
*pedir licença para passar;
* realizar as atividades propostas com capricho;
* ser cuidadoso com o material individual e coletivo;
*agradecer quando alguém fizer algo para você;
*pedir “por favor” quando quiser algo;
*pedir desculpas ao perceber que agiu errado com alguém;
*assumir as coisas que faz;
*Dialogar com os colegas e evitar confusões.

O que não é bacana:
*Cuidar da vida dos outros;
*Fazer fofocas da vida das pessoas;
*Conversar durante as atividades;
Colocar apelidos que possam magoar as pessoas;
* Rabiscar paredes e carteiras da escola;
*Jogar lixo no chão;
*Ser descuidado com o material de uso coletivo e individual; (…)

História
Você sabe a sua história de vida? Conte-a para os colegas. Escreva-a como conseguir.

Matemática

Onde usamos os números?
Solicitar que tragam caixinhas de palitos de fósforos vazias, até quinta-feira. Vamos montar um material de contagem.

Borboletando com reflexões.

Um velho índio descreveu certa vez seus conflitos internos: "Dentro de
mim existem dois cachorros. Um deles é cruel e mau, o outro é muito
bom e dócil. Os dois estão sempre brigando."
Quando então lhe perguntaram qual dos dois cachorros ganharia a briga,
o sábio índio parou, refletiu e respondeu: "Aquele que eu alimentar."
(Sabedoria oriental)

Indicando...

Olá pessoal. Hoje entrei no blog da Marina Spirandelli e achei MARAVILHOSO. Com textos sobre consumismo, preservação do planeta Terra, consciência ecológica etc, Marina vai nos dando uma lição de vida. Vale a pena! Segue o endereço: http://vemosoquesomos.org/

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

EXCELENTE RETORNO ESCOLAR!

Um período para um merecido descanso e o blog entrou de férias junto comigo. Ainda que num ritmo um tanto quanto preguiçoso, hoje estou de volta às atividades continuando a partilha de conhecimentos. No coração, somente o desejo de que possamos ter um excelente ano letivo e de que Deus nos guie no caminho do aprimoramento sempre. Um 2010 recheado de MARAVILHAS para todos que se doam à EDUCAÇÃO com o compromisso e a esperança de um futuro melhor.




Você tem papel e lápis nas mãos... Faça de seu retorno à sala de aula um desenho colorido, cheio de brilho. Entre nele e descortine as novidades que 2010 trará para você. Excelente retorno!!!